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sinal flogístico ou dor sem resposta aos medicamentos analgésicos. Nesses casos, a

comunicação ao médico plantonista deve ser realizada, porém a equipe de

enfermagem deve realizar a sua avaliação para que este cumpra sua parte no

tratamento, identificando os problemas na busca de solucionar com eficácia e

responsabilidade.

A enfermagem trabalha com os cuidados que o cliente não consegue realizar,

por requerer o conhecimento técnico científico. A equipe de enfermagem deve

realizar as ações pelo cliente, devido ao quadro patológico, como no caso de não

ser cooperativo ou por não ter competência para executar, como a punção venosa,

ou devido a identificação dos problemas voltados para as questões humanísticas

que são primordiais para a prevenção de agravos e promoção da saúde no ambiente

hospitalar.

Acreditamos que essa discussão deve ser mais densa nos meios acadêmicos

na área de enfermagem para o aprofundamento do assunto, para um melhor

entendimento da

práxis

, sendo necessário o desenvolvimento de estudos voltados

para a complexidade da temática, pois por mais ampla que tenha sido a busca, foi

muito limitado o quantitativo que aborda a assistência de enfermagem propriamente

dita.

Esperamos com esse estudo provocar o leitor a escrever mais sobre esse

assunto, para que possamos descobrir novas formas de cuidar e solucionar

problemas advindos da clientela que não foram encontrados em literatura.

REFERÊNCIAS

ANDRIS, D. A. Sinais e sintomas.

Coleção Praxis Enfermagem 4

: Semiologia e

Sinais e Sintomas. 1ª ed. São Paulo: LAB, 2007.

AQUINO, J. L. B. et al. Apendicite aguda no paciente idoso.

Rev. bras. coloproctol

.

v. 12, n. 4, out.-dez 1992, p. 125-28.

BELÉM, M. O.; ODA, J. Y. Doenças inflamatórias intestinais: considerações

fisiológicas e alternativas terapêuticas

Arq. Ciênc. Saúde UNIPAR

, Umuarama, v.

19, n. 1, jan./abr. 2015, p. 73-79.

BRUNNER, P. A.; SUDDART.

Tratado de enfermagem médico-cirúrgico

. Vol. I e II.

12. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.