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sintomas por possíveis complicações como anteriormente mencionado (BRUNNER;
SUDDART, 2011; FITZMAURICE et al. 2011).
Em outro estudo, os autores analisaram 20 pacientes entre 60 e 85 anos e
identificaram após a cirurgia, algumas complicações da apendicite aguda, cuja
sintomatologia foi atípica 10 (50%), e complicações em 15 (75%), o que refletiu em
13 (65%) desses mesmos pacientes, que tiveram dificuldades no pós-operatório.
Nesses casos foram apontados em 05 (25%) problemas no sistema cardiopulmonar,
infecção da ferida operatória em 05 (25%) e abscesso intra-abdominal em 03 (15%).
Por causa desses índices, a enfermagem deve ser vigilante não só nos métodos
propedêuticos, mas também na visão holística, analisando cada atitude e reação do
cliente, sobretudo no pós-operatório, pois dependendo transoperatório, o paciente
chega no setor de internação invadido, com cateter nasogástrico em sifonagem,
punção periférica com reposição hídrica, sonda vesical de demora e, ainda, se
recuperando da sedação da cirurgia (TOORENVLIET
et al
. 2010). Neste sentido,
vários hospitais desenvolvem protocolos assistenciais para o pós-operatório de
cirurgia de abdômen. Na apendicectomia para diminuir as complicações infecciosas,
na ferida operatória e a formação de abscesso intra-abdominal, comuns após a
retirada do apêndice, é necessário um instrumento semiestruturado qualitativo
elaborado para a redução destas complicações com o emprego de uma abordagem
padronizada de antibioticoterapia e curativo da ferida, porém deve-se respeitar a
individualidade do cliente (AQUINO
et al
., 2012).
As medicações administradas pela enfermagem devem ser observadas para
detectar anormalidades, pois se não surtir os efeitos necessários para auxiliar na
recuperação do indivíduo, o enfermeiro, necessita ofertar uma atenção aos efeitos
satisfatórios e adversos, para que todas as providências sejam tomadas para aliviar
os efeitos colaterais que trazem a sensação de insegurança ao cliente, por isso é
importante a comunicação e orientações educativas para alívio da ansiedade e
medo (BELÉM; ODA, 2015).
Mediante o exposto, enfatizamos alguns dos principais diagnósticos de
enfermagem que podem ser utilizados no pós-operatório de apendicectomia no
cliente, conforme a linguagem da North American Nursing Diagnosis Association
(NANDA), baseado na teoria de Wanda de Aguiar Horta, para a promoção de uma
discussão do cotidiano assistencial, que são:




