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internacionais, mas como o objetivo central é saber o parâmetro das publicações
nacionais e trazer a realidade brasileira, esses estudos foram excluídos.
3. RESULTADOS E DISCUSSÃO
3.1 A assistência de enfermagem prestada ao cliente no pós-operatório
imediato de apendicectomia
Evidencias na literatura mostram uma maior prevalência de apendicite no
sexo masculino. Os pacientes, adentraram a emergência, com queixa de dor
abdominal e é diagnosticada a apendicite aguda. Em seguida, o paciente é
encaminhado com urgência para a realização de exames e para a avaliação do risco
cirúrgico, para que possa realizar a cirurgia. A apendicectomia, deve ser realizada o
mais rápido possível após a detecção do problema, conforme o tempo passa, a
infecção aumenta e cresce o risco de que se infecte a região abdominal. Nesse
momento, é crucial a assistência de enfermagem para o seguimento do tratamento
terapêutico e cuidados, como conforto, orientações e alívio da ansiedade para
adaptação no meio hospitalar (DE FARIA; NOVAES; GONÇALVES, 2008;
NASCIMENTO; FONSECA, 2013).
A faixa etária acima de 60 anos pode apresentar aspectos mais graves, com
aumento do índice de mortalidade devido às altas taxas de complicações, tendo a
sepses como a principal causa de morte. Assim, a assistência de enfermagem
contribui a beira do leito ao realizar orientações para evitar infecções, através da
realização do curativo cirúrgico, higienização corporal, administração de medicação
e aferição de sinais vitais (CHAVES; PIMENTA, 2003).
Uma das principais complicações da apendicite é a perfuração do apêndice,
que pode ocorrer 24 horas após o início da dor, com possibilidade de causar
peritonite ou pileflebite porta, considerada trombose séptica da veia porta, provocada
por êmbolos vegetativos que se originam no intestino grosso. Por isso o exame físico
na avaliação no setor de emergência é importante na porta de entrada, para a
detecção rápida e precisa pela equipe médica, mediante aos apontamentos




