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realizados pelo enfermeiro (BRUNNER; SUDDART, 2011; DE FARIA; NOVAES;

GONÇALVES, 2008).

Assim, com o diagnóstico da apendicite aguda baseado no exame físico

completo, e em achados laboratoriais comuns, a peritonite difusa, verifica-se que

podem ocorrer a formação de abscessos intraperitoneais, apesar da colocação de

drenos, cujas manifestações clínicas são febre e de dor abdominal, com

possibilidade de drenagem espontânea com incisão cirúrgica, na permissão ampla

da drenagem de secreção purulenta (BRUNNER; SUDDART, 2011; ANDRIS, 2007).

Com o objetivo de oferecer um diagnóstico mais preciso a pacientes com dor

abdominal aguda, há a possibilidade de incluir exames de imagens para o pré-

operatório, como o ultrassom ou tomografia computadorizada (TANNURI, 2008).

Destacamos que apesar dos progressos tecnológicos nas instituições de

saúde, a apendicite continua sendo uma importante causa de mortalidade e

morbidade na sociedade, que o êxito do tratamento depende de cuidados de

enfermagem específicos, para que o indivíduo seja reintegrado à família e

comunidade da melhor forma possível (DE FARIA; NOVAES; GONÇALVES, 2008).

Após o retorno do Centro Cirúrgico, o cliente no pós-operatório imediato de

apendicectomia recobra a consciência com sensações de desconforto relacionadas

à dor, dificuldade respiratória, náuseas e vômitos, retenção urinária e sede, o que

demonstra a necessidade de cuidados de enfermagem para alívio dos sinais e

sintomas pós-cirúrgicos (NASCIMENTO; FONSECA, 2013; DE FARIA; NOVAES;

GONÇALVES, 2008).

Ao examinar o cliente com apendicectomia o enfermeiro tem como apoio a

avaliação e observação do quadro clínico, normalmente por um instrumento

institucional, a fim de qualificar a assistência do pós-operatório imediato e de

reconhecer os sinais evitáveis de complicações, como monitorar os sinais vitais e

avaliar o nível de consciência, dor, questões sociais e procedência (FITZMAURICE

et al.

2011).

Além disso, os cuidados de enfermagem do pós-operatório incluem: o alívio

da dor para a diminuição do nível de adrenalina; a observação do balanço hídrico

para evitar o déficit de líquidos; a redução da ansiedade com esclarecimento da

patologia; a manutenção da integridade da pele, para diminuição do risco de

infecções; a observância na colocação de curativos, e a percepção de sinais e