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inspecionar a ferida cirúrgica, o curativo e o dreno; observar os sinais de cicatrização

ou infecção, permeabilidade e a característica da secreção (RIBEIRO

et al.

2011).

Para o controle da dor no pós-operatório, existem métodos farmacológicos e

não farmacológicos. Dentre os métodos farmacológicos, o uso de analgésicos de

ação periférica e central, e também, de anestésicos para uso em bloqueios

peridurais e periféricos (FITZMAURICE

et al

. 2011). Se necessário, as prescrições

de analgésicos devem ser regulares e em esquema. Já as técnicas não

farmacológicas, são as terapias frias, com aplicação de calor e frio, massagem,

acupuntura, técnicas de relaxamento muscular e distração da atenção (PINHEIRO

et

al.

2012).

Nos últimos anos o tratamento cirúrgico da apendicite aguda sofreu poucas

modificações, desse modo, o papel da enfermagem tem por foco o cliente, na busca

da qualidade da assistência, com a preocupação em oferecer um cuidado

especializado, personalizado e humanizado, através do respeito pelo individuo com

proteção à sua dignidade pessoal (RIBEIRO

et al.

2011).

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Apesar de ter tido a limitação das produções, demonstramos a carência de

publicações sobre os cuidados de enfermagem no pós-operatório imediato em

apendicite. Consequentemente, percebemos que nas produções nas quais esse

estudo se baseou há muito ainda a se discutir sobre a assistência na área de

enfermagem.

Sobretudo ressaltamos a necessidade da equipe em estar atenta para as

orientações e procedimentos pertinentes no pós-operatório e durante a internação.

Por esta razão, nas atribuições do enfermeiro, deve haver o planejamento das ações

ao gerenciar o cuidado, juntamente com a equipe multidisciplinar. O pós-operatório

imediato é multifatorial, que inclui os enfermeiros, os técnicos de enfermagem e os

médicos para o tratamento terapêutico, considerando que a equipe de enfermagem

permanente interaja com o cliente durante as 24 horas.

O cliente no pós-operatório necessita ter o máximo de atenção possível,

principalmente quando o enfermeiro percebe os sinais e sintomas de anormalidade

durante o desenvolvimento do cuidado, como sangramento no local perioperatório,