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Deambulação prejudicada, definida pela capacidade prejudicada de percorrer

distâncias necessárias. Nestes casos, as orientações são realizadas durante a visita

do enfermeiro ao cliente, para prepará-lo na caminhada pelos corredores e quarto,

deve-se ensiná-lo a sentar no leito, respeitando o seu tempo, e ao ficar de pé

observar a marcha (NASCIMENTO; FONSECA, 2013; RIBEIRO et al, 2011;

BRUNNER; SUDDART, 2011).

Com o diagnóstico de insônia, definida pela dor abdominal, evidencia-se a

necessidade do exame físico para verificar a origem da dor, se é o esperado pelo

quadro ou não. Para diminuir o desconforto é necessário ensinar o cliente a tossir,

devido ao golpe da tosse no diafragma, normalmente há a dor por causa dos pontos

internos e externos, dessa forma, quando o paciente sentir que irá tossir ensine-o a

segurar o travesseiro acomodando-o na região abdominal de forma segura toda vez

que for tossir. Caso sinta dor normalmente, os analgésicos respondem bem, para

ajudar o enfermeiro pode ensiná-lo a controlar a dor, para que a medicação faça o

efeito satisfatório (NASCIMENTO; FONSECA, 2013, BRUNNER; SUDDART, 2011).

Sobre o risco de desequilíbrio na temperatura corporal, definido pelo aumento

da temperatura corporal acima dos parâmetros normais, ao cliente no pós-

operatório, é normalmente administrada solução analgésica e antipirética. Caso o

mesmo, ainda assim, apresente febre, o fato deve ser comunicado ao médico

plantonista. Se no exame físico forem evidenciadas anormalidades é necessário

chamar o médico assistente, para avaliar a ocorrência e para se obter a solução

correta do quadro clínico (NASCIMENTO; FONSECA, 2013; RIBEIRO

et al

, 2011;

BRUNNER; SUDDART, 2011; HELMER

et al

. 2002).

Risco de infecção, definido pela integridade da pele prejudicada. Deve ser

realizado o exame físico abdominal antes do curativo, para verificar se não há saída

de sangue em excesso ou se há secreção purulenta. Caso haja presença de

exsudato ou secreção sanguinolenta em abundância, deve-se comunicar ao médico

para que as providências sejam tomadas (BRUNNER; SUDDART, 2011; RIBEIRO et

al, 2011).

Assim, o cuidado de enfermagem no pós-operatório imediato é importante

devido à tensão fisiológica intensa da patologia até a cirurgia e ao alívio sintomático

dos efeitos adversos da anestesia na recuperação dos sentidos, cabendo ao

enfermeiro: avaliar o estado respiratório; nível de consciência e responsividade;