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Nessa perspectiva, o enfermeiro do trabalho tem um papel imprescindível no
gerenciamento de riscos, no exercício da prevenção através da educação
permanente, bem como orientar, fiscalizar e propor mudanças significativas para que
sua equipe trabalhe com confiança e estabilidade durante seu exercício profissional,
com vista a um atendimento com segurança (CORREIA
et al
, 2013).
Contudo, o enfermeiro do trabalho tem o dever de sensibilizar, envolver as
pessoas, desenvolver e planejar a gestão de risco na instituição, com o propósito de
proteger os colaboradores no âmbito de trabalho que envolva os riscos ambientais
(FELDMAN, 2009).
Além dessas ações, o Brasil tem investido em outros modelos, na priorização
da saúde e do meio ambiente com a RDC-50, a NB95 e a NB57 da ABNT, a Portaria
GM/MS n. 3523/98, a Resolução CNEN NE- 6.05, a NR -24, NR-07, NR-09, NR-15 e
a Portaria Ministerial N. 482/MS/TEM de 1999 (D’INNOCENZO, 2006).
Assim, o enfermeiro no campo da saúde ambiental compreende a área da
saúde pública, aliada ao conhecimento científico e à formação de políticas públicas,
que correspondem às intervenções relacionadas à interação entre a saúde e os
fatores do meio ambiente natural e antrópico que as determinam, condicionam e
influenciam, com a finalidade de melhorar a qualidade de vida sob o ponto de vista
da sustentabilidade (SALIBA; CORRÊA; AMARAL, 1998).
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
De acordo com a revisão de literatura, observamos que os agentes químicos
são considerados um dos mais complexos problemas de saúde ocupacional que o
profissional enfrenta, tanto pela dificuldade no resguardo, administração e
manutenção da própria saúde, quanto diversidade das substâncias usadas.
Nos remetemos a toxicologia, pelo campo utilizado por várias ciências,
principalmente a fisiologia, bioquímica e a química, para entender os efeitos nocivos
da interação entre substâncias químicas e orgânicas e a intoxicação do processo
de alteração mórbida do organismo causado por substâncias endógenas ou
exógenas e é caracterizado por desequilíbrio fisiológico por alterações bioquímicas.




